Um copo de líquido cai de forma abrupta pela pele rosada da maça do rosto feminina.
Talvez seja um licor de maça… um copo de cinco dedos de largura… um atrás do outro… A pele rosada transforma-se em algo sombrio… Olhos cavernosos, roxos… A sua pele esconde uma maquilhagem interior distorcida.
Um copo atrás do outro… Um atrás do outro
Um ramo de rosas… Um pedido de desculpas… E volta tudo ao normal. Os olhos cavernosos perdoam. Escondem as lágrimas e uma ponta de sorriso volta disfarçadamente ao lar durante o sol natural
À noite, pão e vinho sobre a mesa… e sobre as maças do rosto… E o líquido volta a sobressair sobre os olhos cavernosos e o sorriso lá se foi…
Sai… E volta… Volta com as promessas de mudança de líquido e de trocas de espinhos por pétalas e a maquilhagem distorcem a realidade…
Não querer a verdade dói tanto quanto esconder a mentira…
O banheiro escorregadio ou a porta fantasma do armário passaram a fazer parte da indumentária da casa, bem como os olhos roxos e cavernosos e a lagrima escondida dentro do olho… e do coração.
Sai… e volta… Volta com a esperança de a largura dos cinco dedos tenha encurtado… e foi encurtado… para o couro que abraça a cintura… Abraçando! Calorosamente o corpo feminino. Toca-lhe com uma suavidade dura… Chora com sofreguidão e lacrimejante soluçando…
Não volta mais aos espinhos… Retalia a sua mente perante o couro repousado sobre a sua pele e de retornado à cintura depois do uso quente a que foi acusado…
Dia apos dia… semana após semana e a esperança da mudança liquidificadora surge na sua mente…
Sai… Volta… Perdoo-a… Acredita… Sorri…
Até à flor primaveril voltar a ser Inv(f)erno…
O camarão e a sapateira não prestam e o sapato 43 é aberto com o alicate dos rins da fêmea.
E a queda do banheiro com batimento na sanita foi justificada na urgência ao senhor do distintivo.
E sai… com olhos incertos… com um batimento acelerado e um pensamento na estrela cadente de uma força e de atitude…
Ela volta… volta sempre... Diz ele para com o líquido.
E ela volta… com o senhor do distintivo
E ela volta certa de si
E ela volta segura de si
E ela volta para a vontade de fugir da lágrima
E ela volta… Para a Pétala
Talvez seja um licor de maça… um copo de cinco dedos de largura… um atrás do outro… A pele rosada transforma-se em algo sombrio… Olhos cavernosos, roxos… A sua pele esconde uma maquilhagem interior distorcida.
Um copo atrás do outro… Um atrás do outro
Um ramo de rosas… Um pedido de desculpas… E volta tudo ao normal. Os olhos cavernosos perdoam. Escondem as lágrimas e uma ponta de sorriso volta disfarçadamente ao lar durante o sol natural
À noite, pão e vinho sobre a mesa… e sobre as maças do rosto… E o líquido volta a sobressair sobre os olhos cavernosos e o sorriso lá se foi…
Sai… E volta… Volta com as promessas de mudança de líquido e de trocas de espinhos por pétalas e a maquilhagem distorcem a realidade…
Não querer a verdade dói tanto quanto esconder a mentira…
O banheiro escorregadio ou a porta fantasma do armário passaram a fazer parte da indumentária da casa, bem como os olhos roxos e cavernosos e a lagrima escondida dentro do olho… e do coração.
Sai… e volta… Volta com a esperança de a largura dos cinco dedos tenha encurtado… e foi encurtado… para o couro que abraça a cintura… Abraçando! Calorosamente o corpo feminino. Toca-lhe com uma suavidade dura… Chora com sofreguidão e lacrimejante soluçando…
Não volta mais aos espinhos… Retalia a sua mente perante o couro repousado sobre a sua pele e de retornado à cintura depois do uso quente a que foi acusado…
Dia apos dia… semana após semana e a esperança da mudança liquidificadora surge na sua mente…
Sai… Volta… Perdoo-a… Acredita… Sorri…
Até à flor primaveril voltar a ser Inv(f)erno…
O camarão e a sapateira não prestam e o sapato 43 é aberto com o alicate dos rins da fêmea.
E a queda do banheiro com batimento na sanita foi justificada na urgência ao senhor do distintivo.
E sai… com olhos incertos… com um batimento acelerado e um pensamento na estrela cadente de uma força e de atitude…
Ela volta… volta sempre... Diz ele para com o líquido.
E ela volta… com o senhor do distintivo
E ela volta certa de si
E ela volta segura de si
E ela volta para a vontade de fugir da lágrima
E ela volta… Para a Pétala
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