sexta-feira, 25 de maio de 2012

Estórias em Silêncio VI

E no Presuntinho também se dedica à escrita. Carlos Freitas, Manuel Pedro Pereira, Vagner e Andreia Marques aqui fica o prometido



Estórias em Silêncio VI



O ruído do vento que percorre entre nós pode ser quebrado pelo silêncio da criatividade imaginativa. Nada de palavras saídas da boca, apenas com o ruído do escrevinhar da tinta sobre a folha e com o ajuntar das palavras, em silêncio, se escreve uma estória.

Shiuuu!!..
. Não digas nadas... Apenas inicia a estória da forma que melhor lhe aprouver…



Das sete ás sete, de sol a sol, sem ninguém para falar, sem reconhecimento de esforço, Só trabalho. No fim, um vazio casual e acima de tudo um vazio de alma. Porque? Quando a felicidade é simplesmente alcançado num momento vivido numa reunião de amigos em sítios históricos pela histórias e pela nossa historia. Um dia, de cada vez se possa aproveitar as pequenas coisas com aqueles que estiveram sempre lá nos verdadeiros momentos.
Numa noite de terça-feira com amigos, aqui estive para terminar mais um dia… os dias tem parecido todos iguais, a monotonia do acordar, estudar, dormir, acordar, estudar… à espera de um dia, talvez, quebrar a rotina, numa noite, quem sabe?! Bem, ao menos, hoje, foi diferente, a melancolia ais poucos se foi, para amanha recomeçar, tudo de novo…
Numa noite fui a um bar. Um bar escondido numa rua onde passa pouca gente. À primeira vista não teria reparado, não fossem as portas pintadas de um azul brilhante e chamativo. Chama-se o “Presuntinho”. É um bar daqueles há antiga. Não como esses de agora que por aí abundam, super modernos e muito superficiais. Este não. Tinha um ambiente à antiga, típico, daqueles que nos fazem sentir em casa. Nele comi o melhor chouriço e alheira de que tenho memoria. Agora o que quero? Voltar e de preferência com a excelente companhia.


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E na companhia de boas pessoas se escreveu uma estória mais. Desta feita, no Presuntinho, uma casa típica, na praça do Cubo, Ribeira do Porto.
Carlos, desculpa não colocar a tua parte da estória mas já sabes o motivo…eheheh
Andreia, Manuel e Vagner, aí está a promessa. E voltem sempre para mais estórias.

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