Deleitas-te no leito do seu regaço
Manto escurecido do tom de pele
Abraçador quente lume infunde no seu dorso.
Pequeno terno e iluminado
Sorri com o olhar de quem se sente amado
Protecção sentida no abraço afagado
Do cabelo curto e aloirado
Pupilas atentas sobre o movimento que o acalenta.
Sente-se vivo com uma criança
E longínquo como um velho…
Deleitas-te no manto do seu regaço
A saborear o batimento cardíaco
Enquanto suspiras ternuras e desejos
De uma paixão que sabes que te pertence.
A brasa ardente do toco de madeira
Que arde na lareira se esconde
Perante o toque quente que te penetra na pele,
E o vento nada sopra
Perante o ar respirado da sua boca enquanto te sussurra
Docemente, calmamente, apaixonadamente
À tua gruta auditiva que ecoa pelo teu cérebro…
Livre arbítrio da paixão de duas peles
Que se protegem da doce loucura
Que os fazem ranger e gemer
Como terramotos que abalam o sistema universal.
Tudo se torna tao poderoso
Quanto a beleza de uma pétala de flor
Que esvoaça o seu encanto perfumado
Pelas narinas de quem em seu regaço se deita
E, sinfonias de cantos de andorinhas primaveris,
Pelo nascer do sol acordam os seres adormecidos
Abraçados sobre o leito da fonte
De onde jorram sorrisos espelhados no olhar
De quem feliz naufragou
E aceitou o dom da paixão e do amor
Manto escurecido do tom de pele
Abraçador quente lume infunde no seu dorso.
Pequeno terno e iluminado
Sorri com o olhar de quem se sente amado
Protecção sentida no abraço afagado
Do cabelo curto e aloirado
Pupilas atentas sobre o movimento que o acalenta.
Sente-se vivo com uma criança
E longínquo como um velho…
Deleitas-te no manto do seu regaço
A saborear o batimento cardíaco
Enquanto suspiras ternuras e desejos
De uma paixão que sabes que te pertence.
A brasa ardente do toco de madeira
Que arde na lareira se esconde
Perante o toque quente que te penetra na pele,
E o vento nada sopra
Perante o ar respirado da sua boca enquanto te sussurra
Docemente, calmamente, apaixonadamente
À tua gruta auditiva que ecoa pelo teu cérebro…
Livre arbítrio da paixão de duas peles
Que se protegem da doce loucura
Que os fazem ranger e gemer
Como terramotos que abalam o sistema universal.
Tudo se torna tao poderoso
Quanto a beleza de uma pétala de flor
Que esvoaça o seu encanto perfumado
Pelas narinas de quem em seu regaço se deita
E, sinfonias de cantos de andorinhas primaveris,
Pelo nascer do sol acordam os seres adormecidos
Abraçados sobre o leito da fonte
De onde jorram sorrisos espelhados no olhar
De quem feliz naufragou
E aceitou o dom da paixão e do amor
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